da coisa que colocou as botas na mesa de mistura e "abreviou" a entrevista em estúdio:
"and I saw my old man exploding out of the tunnel I knew what came next recognized that cruel scene that brought the downfall of the distant gaze distant gaze welcome in a son of clovius boofus just another sheep boy, duck call, swan song, idiot son of donkey kong and I say: you don't have to be afraid, love 'cause I'm a safesurfer, darlin'"
Ontem, li isto no Diário Digital: locutor António Sérgio vai deixar de ter um programa de rádio depois de dez anos ininterruptos com «A Hora do Lobo», rebaptizado «Nas Horas» em 2006, já na Rádio Comercial.
Tem piada: http://www.mazungue.com/imaginario-colectivo/thread.php?threadid=1789 :-/
Até já, até breve!
Vamos ver..." A.S. dixit. Yah, we're watching you! ;) E com quase 90 minutos d'especial d "fala da tribo" A.S. saíu da Comercial. E acabou em bem: com MATA RATOS em grande FDP. QSF, António! "Take Care"
Como mundodaradio cita e transcreve este "debate", eu dou uma ajuda para q escutem as últimas "Horas", "e não tenho medo d ninguém"... :-/
Em 1977, apenas uma pessoa passava AC/DC em Portugal. Era o António Sérgio, no programa Rotação, a altas horas da noite da Rádio Renascença.
Em finais de 1978, saiu o álbum ao vivo "If You Want Blood You've Got It" que Sérgio passava quase na íntegra. Era o delírio e, quem podia, não perdia pitada das emissões de AS.
Por essa altura, a "Dois Mil" (2001 no autódromo do Estoril) a discoteca nais rock'n'roll do universo lisboeta, também levava a malta à loucura quando passava os AC/DC várias vezes por noite, repetindo até as melhores canções.
Nota prévia:
Este é um blog em permanente construção.
Antes, esteve como tópico num fórum demasiadamente pobre de espírito e foi retirado.
Aí, devido a algumas intervenções menos favoráveis, perdeu-se alguma lógica construtiva, no contexto de uma breve amostragem e partilha dos factos mais marcantes de uma carreira acompanhada por gerações, tal como das obras mais insólitas ou menos conhecidas, divulgados e até lançados por alguém com a música e o ritmo na alma, e marcadamente voltado para a descoberta, características que são tão angolanas.
Trata-se apenas de uma homenagem a um angolano genial (dos muitos que não puderam ter a devida glória neste país infinitamente pequeno, que é Portugal) e só queria comentários de quem sabe do que fala.
António Sérgio de que vos falo, não é o filósofo cooperativista.
É o ÚNICO locutor de rádio (ou "radialista", estapafúrdia etiqueta adoptada do Brasil) aliás, "realizador de rádio", premiado em Portugal.
Lembro-me dele, ainda nos anos pós 1974, na Rádio Renascença com o programa de Rock mais vanguardista que existia então.
Chamava-se ROTAÇÃO.
Tenho para mim, que nunca lá conseguiu divulgar muito do que queria...
Foi para a nóvel (descendente da RDP - Antena 4) Rádio Comercial, e aí sim!
Fez o "Rolls Rock"!
Durante anos, foi o mentor das novas bandas que foram depois divulgadas para o "grande público" no "Rock em Stock".
Esse programa, redenominou-se então, com toda a propriedade:
"SOM DA FRENTE".
E durou até à privatização da Rádio Comercial.
Depois, foi a aventura na XFM, entre outras, e o retorno à casa da sua paixão, mas já sem o mesmo enquadramento, q as novas regras do marketing impôem...
Neste momento*, (desde 3 de Dezembro de 2007) podemos vê-lo e ouvi-lo na RADAR.
Antes, até 15 de Setembro, esteve aqui...
Eis a última composição incluída na sua derradeira compilação:
E eis este Benguelense de nascimento e esse seu trabalho:
António Sérgio foi um dos maiores investigadores, divulgadores e especialistas mundiais de música contracultura. Trabalhou sobretudo como realizador de rádio, e foi jornalista, cronista e editor musical.
About António Sérgio
António Sérgio was one of the worlwide greatest researchers, publishers and experts of counterculture music. Working mostly as radio director, he was also journalist, reporter, columnist and music publisher.